sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Dossiê Pizzolato revela que BB e Visanet não apontam prejuízo com o ‘mensalão’

Pizzolato argumenta que há provas no processo, capazes de inocentá-lo integralmente dos crimes a que foi condenado no relatório de Joaquim Barbosa
Pizzolato argumenta que há provas no processo, capazes de inocentá-lo integralmente dos crimes a que foi condenado no relatório de Joaquim Barbosa
A versão de que os recursos do Fundo Visanet eram de uma empresa privada – e não de uma empresa pública, como foi apontado no relatório do ministro Joaquim Barbosa sobre a Ação Penal (AP) 470, do Supremo Tribunal Federal (STF) – ganharam um reforço de peso, nesta quarta-feira, no vazamento do relatório do Banco do Brasil (BB) ao blog O Cafezinho, do jornalista Miguel do Rosário. Segundo a assessoria de imprensa do BB, provocada por um pedido de vista do Correio do Brasil aos balanços nos quais deveriam aparecer os prejuízos causados pela suposta operação fraudulenta que teria incriminado o ex-diretor de Marketing da instituição bancária HenriquePizzolato, “todas as informações relativas ao caso já foram encaminhadas ao STF”.
Nos autos do STF sobre a AP 470, então, três auditorias internas do Banco do Brasil atestam a regularidade dos repasses do Fundo Visanet à DNA Propaganda. O Laudo 2828 e o regulamento do Fundo Visanet, além de outros documentos do BB que comprovam a isenção de Henrique Pizzolato também reforçam a tese de que os fundos usados para abastecer o esquema do ‘mensalão’ eram de uma empresa privada.
Dossiê Pizzolato, como ficou conhecido o conjunto de documentos que o réu na AP 470 transportou para a Itália, onde se encontra, reúne, entre outras, uma das auditorias do BB sobre o Visanet, a qual atesta que os recursos constantes do Fundo eram de propriedade da Companhia Brasileira de Meios de Pagamento (CBMP) e seriam utilizados “exclusivamente para ações de incentivo aprovadas pela Visanet, não pertencendo os mesmos ao BB Banco de Investimentos e nem ao Banco do Brasil”.
Miguel do Rosário publica, ainda “dois pareceres, também do BB, atestando que os recursos do Fundo Visanet não são públicos; pertenciam exclusivamente à multinacional Visanet, embora ao BB, assim como outros bancos participantes do convênio, cabia apontar as propostas de publicidade e a agência que seria responsável pelas campanhas. Detalhe: os recursos do Fundo Visanet ficavam armazenados no Bradesco. Segundo o regulamento do Fundo, ao BB cabia nomear um gestor para aprovar campanhas e pagamentos, e este gestor do BB, na época em que tudo aconteceu, jamais foi Henrique Pizzolato”.
Cai por terra, assim, a acusação de que os R$ 73,85 milhões do Fundo Visanet foram desviados. “Foram usados em campanhas publicitárias. A (Rede) Globo recebeu R$ 5,5 milhões desse dinheiro”, afirma O Cafezinho. E continua:
“Todas as auditorias e o regulamento do Fundo Visanet mostram que os recursos eram privados. Eles eram disponibilizados pela Visanet, uma multinacional que fatura centenas de bilhões de dólares no mundo, a um conjunto de bancos brasileiros, para que estes fizessem a publicidade dos cartões de débito e crédito com a bandeira Visa”.
Ainda segundo Rosário, “é preciso entender que o BB não é casa da mãe Joana. Nenhum servidor tem o poder de ‘repassar’ R$ 74 milhões do BB para nenhuma empresa. No caso do Visanet, o BB havia nomeado um gestor para cuidar dos assuntos relativos ao Fundo Visanet. Era Leo Baptista”.
Os documentos apresentados também desmentem “que o Bônus de Volume (BV) teria sido apropriado indevidamente pela DNA, e pertenceria ao BB. Mentira. É muita hipocrisia da Globo, pois ela inventou o BV no Brasil, ou pelo menos é a empresa que mais o utiliza. Além disso, é uma contradição. Se a DNA recebeu R$ 2,9 milhões de BV é porque veiculou uma quantidade enorme de anúncios nos meios de comunicação, e portanto, o serviço foi realizado. O BV referente a campanha da publicidade do BB-Visanet entra numa relação privada entre veículos de mídia e a DNA. O BB jamais recebeu BV por nada. Perguntem a Secom (da Presidência da República) se ela cobra devolução de algum BV para os cofres públicos”.
“O Banco do Brasil quer saber se dinheiro foi desviado e quer o ‘reembolso’. A acusação, enviada pelo Procurador Geral da República e pelo relator Joaquim Barbosa, dizia que o ‘mensalão’ foi sustentado pelo dinheiro do Banco do Brasil junto ao Fundo Visanet, os R$ 74 milhões. No entanto duas pericias realizadas antes do julgamento mostraram que não houve desvios de dinheiro no Banco do Brasil”, afirma Rosário.
Ainda segundo O Cafezinho, outra pericia mostrou “que o Fundo Visanet é um fundo privado, na qual uma multinacional o controla”
“O fundo visanet hoje se tornou o CIELO. De acordo com Barbosa, o dinheiro público teria sido desviado do Fundo Visanet que é uma empresa privada. No entanto, o inquérito 2474, encaminhado ao STF, que correu sob segredo de justiça até tempo atrás mostra que o dinheiro do Fundo Visanet foi em grande parte para as Organizações Globo através da DNA propaganda de Marcos Valério e Barbosa não colocou em juízo a Rede Globo também no caso”, afirmou.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Raio-x do sistema prisional

Juiz que proibiu revista vexatória em presídios de Santa Catarina critica encarceramento em massa e pede direito penal mínimo


 
"A violência não pode ser combatida com o chicote da pena", diz Buch
O juiz João Marcos Buch, da Vara de Execução Penal de Joinville (SC), nada contra a corrente. Enquanto pelo Brasil recrudescem as violações contra presos e seus parentes, especialmente através da revista vexatória que acontece na entrada dos presídios nos dias de visita, Buch luta para revogar decisão do Tribunal de Justiça que suspendeu, a pedido do Ministério Público Estatual, portaria editada por ele em maio que proibia a realização desse procedimento humilhante. Por cinco meses a decisão vigorou em Santa Catarina sem que se registrassem rebeliões ou aumento no número de armas, celulares e drogas apreendidas nas unidades prisionais.
 
Há 19 anos na área criminal, o juiz afirma que a revista vexatória é uma das maiores violações cometidas pelo Brasil atualmente. “Ela não envolve apenas os 550 mil presos que temos hoje no Brasil, mas também seus familiares e os agentes penitenciários, que em geral também se sentem muito constrangidos.” Ele rebate argumentos contrários fazendo uma constatação simples: o procedimento não é eficiente e nunca impediu, como mostram as fiscalizações, a entrada de objetos proibidos nos presídios. “Essas coisas entram muito mais através da corrupção do sistema do que pelos familiares.”
 
Levantamento parcial feito pela Rede de Justiça Criminal nas unidades penitenciárias de São Paulo reforça esse raciocínio: entre fevereiro e abril deste ano, por exemplo, das 12.866 visitas recebidas no Centro de Detenção Provisória de Taubaté, foram registrados apenas três flagrantes de porte de drogas e um porte de chip de celular, o que representa 0,03% dos casos. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo, no primeiro trimestre de 2013 foram apreendidos 1222 celulares nas unidades prisionais do estado. Destes, apenas 104 foram encontrados durante a revista dos visitantes.


 

Para o juiz, a contribuição mais importante da portaria editada por ele foi mostrar que o sistema não entra em colapso com a extinção da revista vexatória. “Pelo contrário, ele passa a funcionar com mais tranquilidade. Inclusive os agentes perceberam que a dinâmica de segurança não mudou e que seu trabalho foi otimizado.” O governo de Santa Catarina, explica, adotou equipamentos eletrônicos como esteiras de raio-x e raquetes de detecção de metal para substituir o procedimento. “Também se está programando a aquisição de um scanner corporal, mas isso deve ser feito com cuidado, avaliando sua adequação aos parâmetros de saúde.” 
 
Direito penal mínimo
 
A revista humilhante, para Buch, faz parte de um problema mais amplo, enraizado em um direito penal “segregacionista, violador por si só, que aumenta o fosso entre os que não vão presos e os que vão – a massa mais pobre". “As autoridades, o Judiciário, os agentes públicos, todos ignoram solenemente a ciência da criminologia, que há muito tempo explica o fenômeno da violência e mostra que ela não pode ser combatida com o chicote da pena”, diz.
 
O juiz afirma que, por experiência empírica, entre 80% e 90% dos presos que conheceu não precisariam estar em regime fechado se tivessem outras oportunidades. “A prisão não é necessária para a maioria. O mais eficaz seria mandar todos embora para que não fossem contaminados pelo sistema. E os outros 10% poderiam ser trabalhados pelo Estado de maneira mais eficaz.”
 
Nos últimos dez anos, a massa carcerária do Brasil duplicou e o País hoje possui a quarta maior população presa do mundo, atrás apenas de Estados Unidos, China e Rússia. “E a violência diminuiu? Talvez o contrário. A reincidência é muito alta, o que significa que o sistema torna a pessoa mais violenta. O direito penal brasileiro é irracional e não funciona para aquilo que oficialmente se propõe – promover a pacificação social através da pena.”
 
Lei de Drogas
 
A estratégia de encarceramento em massa anunciada por Buch vem sendo aprofundada, principalmente, através da política de drogas. Entre 2005 e 2010 a quantidade de pessoas condenadas por tráfico mais do que triplicou no Brasil. O aumento foi de 220%, segundo dados do Depen. Pesquisas mostram que a maioria os sentenciados seguem o perfil do homem jovem, negro e réu primário. Essa dinâmica que não diferencia consumidor e traficante e penaliza, via de regra, os moradores das periferias corre o risco de ser multiplicada a partir de iniciativas como a nova Lei de Drogas (PLC nº 37/2013, antigo PL 7663/2010).
 
“A lei já tem penas muito altas que não discriminam o grande traficante que traz cem quilos de cocaína da Bolívia daquele que vendeu uma pedra de crack na esquina. Isso é contraproducente e não se refletiu em uma redução do consumo – ao contrário. Sou favorável à proibição da droga, mas não na seara penal. É preciso encarar o problema sob a perspectiva da saúde pública”, defende Buch.
 
Para ele, a lógica penal que está por trás da chamada “guerra às drogas” converteu o sistema penitenciário em um “holocausto”. “Os agentes públicos precisam ter consciência, perceber a tragédia humana que está acontecendo por ordem do Estado. Se não fizermos alguma coisa, a história vai passar fatura.” 

Quebra de sigilo do FB pela Justiça mostra responsáveis por rede de calúnias contra Gleisi na rede social


Reportagem do jornal Gazeta do Povo desta quinta-feira (28) mostra que o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) já tem a identidade dos responsáveis pelas páginas falsas no Facebook que continham ataques à ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.
Os dados obtidos pela Justiça através da quebra de sigilo do Facebook identificam o nome de Cleverson Lima como criador da página “Gleisi não” – uma das comunidades utilizadas para divulgar mentiras, insultos, calúnias na tentativa de atingir a imagem da ministra –, além do assessor do governo Beto Richa, o jornalista da Agência Estadual de Notícias (AEN) José Gilberto Maciel, conhecido como Zé Beto Maciel, que pagou para que a página tivesse mais visibilidade na rede social.
Os nomes de Lima e Maciel aparecem no documento expedido pelo Facebook ao TRE-PR. O primeiro como criador da página falsa e o segundo como dono do cartão de crédito utilizado para fazer o pagamento dos anúncios patrocinados na rede social. Veja abaixo:

A reportagem da Gazeta do Povo informa que a assessoria de imprensa do Palácio Iguaçu não se manifestou sobre o episódio. Em informações divulgadas em blogs políticos do Paraná nesta quarta-feira, o governo Richa negou que Maciel seja funcionário do Executivo.
Não é o que mostra o próprio site da agência. A página possui ao menos quatro publicações com referências ao jornalista Zé Beto Maciel. Nessas referências, ele aparece como plantonista – ou seja, responsável por atender a imprensa em fins de semana e feriados. Confira:

Além disso, o próprio jornalista citava em seu perfil no Facebook até anteontem que trabalhava para a AEN – a informação foi retirada do ar ontem. Veja a reprodução da página de Maciel antes da alteração:

Antes do governo estadual, Maciel trabalhou como jornalista na Prefeitura de Curitiba na gestão do ex-prefeito Luciano Ducci, aliado de Richa.
Em nota à imprensa divulgada ontem, Gleisi afirmou que cabe ao governador Beto Richa esclarecer porque o funcionário, pago com recursos públicos, dedica-se a essa atividade ultrajante, bem como a origem dos recursos utilizados para pagar as faturas pela divulgação das mentiras a seu respeito.
“O perfil falso operava na modalidade patrocinada, ou seja, era pago pelo referido Maciel com o objetivo de garantir que as mentiras fossem visualizadas por um número maior de usuários. Repudio essa prática e vou cobrar esclarecimentos, inclusive na Justiça. Lamento que o Estado do Paraná, que alega não ter recursos para cumprir obrigações essenciais e inadiáveis com a população, esteja usando o dinheiro dos impostos que recebe do povo paranaense para baixar o nível da política à dissimulação e à mentira.”
A quebra de sigilo é o desdobramento de uma ação movida pela ministra no TRE-PR que conseguiu retirar do ar a comunidade “Gleisi Não” e o perfil “Gleisi Indelicada”. A decisão de remover os conteúdos foi tomada pelo desembargador Edson Vidal Pinto no dia 12 de novembro. Segundo o magistrado, o material “flagrantemente violava direitos de personalidade, ao ridicularizar a reclamante com referências grosseiras que transbordavam ao exercício da liberdade de expressão."

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Recrutadores estão de olho nas redes sociais


Pesquisa aponta no que os recrutadores prestam mais atenção quando analisam as redes sociais para encontrar informações e verificar a postura profissional dos candidatos
Não é mais novidade: os recrutadores estão verificando os perfis dos candidatos nas redes sociais antes de decidir a contratação. Pesquisas mostram que essa pode ser uma das melhores fontes de informação sobre as pessoas, além de conectar empresas e profissionais, vagas e interessados. Mas, afinal, em que redes os recrutadores mais procuram? E o que eles analisam?


Um estudo realizado pelo site americano Jobvite (recruiting.jobvite.com) com mais de 1,6 mil profissionais de recursos humanos traz o perfil das buscas em 2013. Segundo os dados, 94% dos recrutadores usam ou planejam usar as redes sociais em suas análises e 78% já contrataram alguém por este meio, sendo que 92% usaram o LinkedIn, 24% o Facebook e 14% o Twitter, que ainda são as preferidas das empresas. No entanto, o Instagram já começa a aparecer entre as fontes. Eles procuram por sinais de experiências profissionais, habilidades e questões culturais que se encaixem no processo.

Post com erro de escrita é bomba

Entre os entrevistados, 42% disseram ter reconsiderado um candidato baseado no conteúdo visto em seu perfil nas redes, positiva ou negativamente. Um ponto importante: erros de gramática, ortografia e pontuação despertam reações negativas nos empregadores em 65% dos casos.

Os pontos positivos apontados com o uso das novas ferramentas incluem melhora no tempo de contratação (33%), qualidade (49%) e quantidade (43%) de candidatos.

O estudo afirma que o recrutamento via redes "está sendo adotado nas empresas de todo o mundo e qualquer um que não leve em consideração as referências sociais está abaixo da curva".

Confira o gráfico com os principais números:

 
DIÁRIO GAÚCHO

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Nossos Valore$



Eu não estou revoltado com a prisão dos companheiros do PT, estou cansado já de tanta revolta, estou meio que banalizando as noticias tristes ...Acho até que este é um bom momento pra discutirmos e mudarmos o Sistema Carcerário no Brasil, a Punição de Cadeia, nos moldes das prisões Brasileiras não e lugar pra ninguém, nem culpados muito menos inocentes... A verdade é que no Brasil, da periferia aos bairros de classe alta, das câmaras de vereadores ao congresso nacional a maioria esmagadora é conservadora é de direita e reacionária!!! Alguns da esquerda são mais progressistas, porem contam com doses direitistas no seu DNA... Na periferia a lei do mais forte é a que impera, coitado dos que cometem crimes em comunidades carentes, são punidos com extrema crueldade, os usuários de drogas que não tem dinheiro para o seu vicio também são excluídos socialmente das sociedades onde o poder paralelo impera. Na mídia diária vemos dia a dia os direitos Humanos e seus militantes serem hostilizados em programas policiais criminosos, que usam do direito de informar e da liberdade de imprensa pra destruir vidas por completo, em comentários e rotulações superficiais, que imprime a lógica ridícula do poder policialesco. Falar e lutar pelo direitos humanos, defender um debate mais profundo sobre as drogas, defender os movimentos populares de moradia, Defender o MST e demais movimentos, lutar pela desmilitarização da policia são atividades que encontram poucos "ecos" na nossa sociedade... Tudo isso é fruto de milênios do poder conservador ... nos últimos anos tivemos avanços significativos na melhora de vida pro povo Brasileiro... mais infelizmente muitos Joquiins Barbosas imperam em todos os níveis sociais , tenho duvida se eu hoje com 28 anos de vida vou viver pra ver mudanças significativas, porem meu espírito de Luta é renovado todas as vezes que estou diante de atrocidades.

sábado, 9 de novembro de 2013

15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz



1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo


Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim? 


2. Desista da sua necessidade de controle


Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu


3. Pare de culpar os outros


Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.


4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas


Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle


5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle


6. Pare de reclamar
Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.


7. Esqueça o luxo de criticar


Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.


8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros


Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.


9. Abra mão da sua resistência à mudança


Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell


10. Esqueça os rótulos


Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer


11. Abandone os seus medos


Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt


12. Desista de suas desculpas


Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.


13. Deixe o passado no passado


Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.


14. Desapegue do apego


Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.


15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas


Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.

Fonte: Guia Ingresse

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