terça-feira, 22 de outubro de 2013

As novas tecnologias e o mercado da comunicação em debate no #CSMPocket



As novas tecnologias e o mercado da comunicação estarão em debate no próximo dia 08 de novembro no #CSMPocket. O evento de cultura digital, no Teatro Bom Jesus, é uma versão reduzida do Curitiba Social Media, que já se firmou como um dos maiores encontros da cibercultura no país. 

Dedicado a profissionais e estudantes de marketing e comunicação, blogueiros e internautas em geral, o #CSMPocket irá abordar, em três debates, temas relacionados às novas tecnologias, desafios, experiências e perspectivas do mercado e entretenimento para web.

Para isso, o #CSMPocket contará com a participação de alguns dos maiores especialistas dos temas no país, trazendo mais de 15 profissionais e personagens influentes do mercado de comunicação digital e da internet brasileira. Haverá ainda um pocket stand-up com o humorista Fagner Zadra do “Tesão Piá”, que promete arrancar os risos da plateia com repertório tipicamente das araucárias.

“Com uma programação mais curta, e em local mais aconchegante, o #CSMPocket será uma experiência única, repleta de conteúdo, informação, entretenimento e cultura de internet”, relata Sandro Rodrigues, gestor de projetos digitais, professor de marketing e idealizador do Curitiba Social Media.

O #CSMPocket acontece no Teatro Bom Jesus, que fica anexo à FAE Centro Universitário, no Centro de Curitiba. Os ingressos custam R$ 20,00 para estudantes, blogueiros, profissionais de comunicação, marketing, publicidade e jornalismo e R$ 40,00 para os demais públicos, e podem ser adquiridos no site aloingressos.com.br

O início das atrações está marcado para as 19h20, e a chegada dos espectadores poderá ser feita a partir das 18h30. Maiores informações no sitecuritibasocialmedia.com/csm.


Serviço:
O quê: Curitiba Social Media Pocket
Quando: 08 de novembro, sexta-feira, a partir das 19h00
Onde: Teatro Bom Jesus - FAE Centro Universitário (Rua 24 de Maio, 135 - Curitiba)
Quanto: R$ 20 e 40 Os ingressos podem ser adquiridos pelo site aloingressos.com.br

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Tenha um aplicativo para celulares da sua empresa


Em 1970 nem todas as empresas tinham interesse em  ter um número de telefone.
No início da década de 90 nem todas as empresas achavam necessário ter um Computador.
No ano 2000 nem todas as empresas achavam importante ter Sites
Em 2010 foram poucas as empresas ou marcas que acreditaram na força das Redes Sociais
E agora em 2013 pouquíssimas empresas têm suas marcas e divulgação de seus serviços disponíveis nas lojas de aplicativos para celulares. Chegue primeiro ao futuro, solicite um orçamento! andrelsguimaraes@gmail.com

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Evolução da população carcerária brasileira de 1990 a 2012


O Brasil é o quarto país do mundo em população carcerária.


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LUIZ FLÁVIO GOMES, jurista e coeditor do portal atualidades do direito.com.br.  facebook.com/blogdolfg

O Brasil é o quarto país do mundo em população carcerária. Está atrás de EUA, Rússia e China. Ou seja: prende bastante. Mas prende muito erradamente. Cadeia deveria ser para gente violenta, que oferece concreto perigo para a convivência em sociedade. Entre o que deveria ser e o que é há uma grande distância. Lá dentro estão, fundamentalmente, pobres, pretos, pardos, prostitutas e policiais. Mais da metade não praticou crime violento. Muitos violentos, no entanto, estão fora. O Brasil prende muita gente “reputada” perigosa (porque miserável; classe perigosa). Verdadeiros perigosos, que matam pessoas, estão livres nas ruas. Quase 40% não têm sentença definitiva. Raramente um rico é preso preventivamente. A prisão é o retrato fiel do Brasil que não deu certo, ou seja, do Brasil desigual, desajustado e discriminador. No campo penal, por influência do ultraliberalismo norte-americano (Friedman, Hayeck etc.), o Brasil se tornou um Estado policialesco e autoritário (nos movimentos sociais desde junho isso ficou muito claro). Esse modelo de estado foi instaurado no Brasil em 1985, como substituto do estado ditatorial. Com amplo apoio midiático. A mídia expressiva (Globo, Folha, Estadão etc.) apoiou a ditadura e se converteu na espinha dorsal do novo modelo de estado autoritário (implantado em 1985). Fundado no populismo penal. Os presídios brasileiros são o retrato desse estado (injusto, desigual e discriminatório).
Levantamento feito pelo Instituto Avante Brasil, com dados do InfoPen, do Ministério da Justiça, apontou um crescimento de 508,8% na população carcerária brasileira no período de 1990 a 2012, registrando 548.003 presos em 2012, uma taxa de 287,31 para cada 100 mil habitantes, em uma população de 190.732.694 habitantes, de acordo com o IBGE.
Esse crescimento foi muito maior, por exemplo, que a taxa de crescimento da população nacional, que não passou de 30%. Ou seja, enquanto a população cresceu 1/3, a população carcerária mais que sextuplicou.
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 Muito inferior ao crescimento da população carcerária foi o crescimento no número de vagas no sistema penitenciário no mesmo período. Em 2008 existiam 296.428 vagas, número que em 2012 chegou a 310.687, um crescimento de apenas 4%, resultando em 1,8 presos por vaga.
Outra taxa que continuou em ascensão em 2012 foi o número de presos provisórios. Dos 513.713 detentos custodiados no sistema penitenciário, 195.036 eram presos provisórios, ou seja, 37,9% do total de custodiados. Houve um crescimento de 25,1% no número de presos provisórios entre 2008 e 2012. Em 2012, essa população era de 94,5% de presos do sexo masculino e 5,5% do sexo feminino. No que tange o sistema de vagas a situação é ainda pior. Esses 195 mil presos estão distribuídos em 94.540 vagas, cerca de 2 detentos para cada vaga, um déficit de mais de 100 mil vagas.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

CCJ aprova guarda compartilhada de filho quando não há acordo entre pais




A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, nesta terça-feira (15), o Projeto de Lei 1009/11, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que estabelece como regra a aplicação do regime de guarda compartilhada dos filhos quando não houver acordo entre a mãe e o pai separados.
O texto ressalva, no entanto, que o regime compartilhado só será aplicado se ambos os genitores estiverem aptos a exercer o poder familiar e tiverem igualmente interesse na guarda. Se um deles declarar ao juiz que não tem interesse na guarda, esta será concedida ao outro.
Reportagem - Maria Neves
Edição - Marcelo Oliveira
Atualmente, o Código Civil (Lei 10.406/02) determina que, quando não houver acordo entre os genitores, a guarda compartilhada será aplicada "sempre que possível". A proposta retira essa expressão.
Ressalva
Devido à ausência do relator na CCJ, deputado Vicente Cândido (PT-SP), foi nomeado como relator substituto o deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF). Ele propôs retirar do texto a parte que permite a um dos pais declarar ao magistrado que não quer a guarda da criança. Essa ideia, no entanto, foi rejeitada pela maioria dos integrantes da comissão.

Dia das Crianças no JD Vista Bela 2013 "Dia do Sorriso".

sábado, 5 de outubro de 2013

Facebook censura páginas com críticas a Aécio Neves

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Estão ocorrendo muitos relatos de que páginas políticas do Facebook estão sendo arbitrariamente apagadas, e o critério tem atingido apenas um lado.
O internauta Victor Javier Ventura, que mantinha a página Falando Verdades, com mais de 17 mil fãs e alcance médio de 1,5 milhão de pessoas por semana, acaba de ter seu direito de expressão violado pela empresa norte-americana.
E agora está bem claro: todas as páginas apagadas continham críticas, a maioria bem humoradas, ao senador Aécio Neves.
A guerra eleitoral, pelo jeito, começou há algum tempo. É triste, todavia, que um dos lados da guerra prefira lutar desta maneira, censurando o adversário.
Ventura observa que o outro lado do espectro, a direita, ligada ou não ao PSDB, mantém dezenas, ou mesmo centenas de páginas, com fortes críticas à Lula, Dilma, ao PT, à esquerda, e nenhuma dessas páginas jamais foi apagada ou censurada.
Recentemente, Jefferson Monteiro, editor da página de humor Dilma Bolada, quase saiu do Facebook ao ter uma postagem sua arbitrariamente apagada. Tratava-se, mais uma vez, de uma montagem de humor sobre Aécio Neves.
O que está acontecendo?
A gravidade deste fato deve ser avaliada com seriedade pelos que lutam pela liberdade de expressão no país, porque essas páginas, antes de conterem críticas bem humoradas a determinadas figuras, contém trabalho acumulado, às vezes ao longo de anos.
Por mais irreverente que seja uma fanpage, há milhares de pessoas trabalhando e militando em torno dela, visto que toda “curtida”, todo compartilhamento, todo comentário, é manifestação de um desejo, uma emoção, uma opinião. Por trás da crítica, há um debate de ideias, ingrediente essencial à democracia.
Apagar uma página sem justificativa é uma violência. Alguém precisa fazer alguma coisa contra esse tipo de truculência virtual.
Por: Miguel do Rosário

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