sexta-feira, 11 de março de 2011

Irresponsabilidade: Estadão manda para Libia Profissional sem Visto

Estadão manda enviado à Libia sem visto de entrada, no meio de uma guerra e agora quer “faturar” e transformar o Jornalista @ em mocinho...

Se esse profissional tem vergonha na cara, processará na justiça trabalhista o mais velho jornal golpista do Brasil por vários artigos da CLT e da justiça comum.

Se ele não processar o Estadão saberemos o que ele foi fazer lá: Cumprir um papel de agente político clandestino, engajado ao lado de uma das facções em luta e não cobertura de profissional do jornalismo.

2 comentários:

Paulo Briguet disse...

André:
Discordo de você.
Em ditaduras e períodos de guerra, fica bastante prejudicada a exigência de vistos internacionais.
Ademais, Kadafi é um dos piores tiranos do planeta; alinhar-se com os seus opositores não é vergonha para ninguém.
Abraço.

André Guimarães disse...

Paulo... Se ele tivesse feito isso nos EUA, em vez de uns cascudos, poderia estar a essa hora com a boca cheia de formiga, numa valeta na fronteira do México, abatido legalmente por um Texas Ranger ...

Sugiro algumas perguntas então a serem feitas ao Andrei e a seus contratantes:

1. Por onde Andrei Netto entrou na Líbia, exatamente?
2. Quais as escalas que fez e quais os números dos vôos e companhias de aviação que usou?
3. Como as companhias que usou permitiram que ele embarcasse sem apresentar o visto?
4. Ele pode apresentar comprovantes dos pagamentos das passagens?
5. Em qual aeroporto ele desembarcou da parte aérea da viagem?
6. Como ele procedeu para não precisar apresentar visto de entrada aos responsáveis pela imigração líbios no aeroporto?
7. A entrada na Líbia não foi por algum aeroporto, mas por fronteira seca?
8. Que tipo de veículo foi usado para cruzar a fronteira?
9. Qual a fronteira que cruzou? Em que ponto?
10. Como conseguiu passar a fronteira sem apresentar visto?
11. Ou ele chegou por mar? A que horas de qual dia?
12. Em qual embarcação?
13. A que empresa ou organismo pertence essa embarcação?
14. Quem trouxe o cara? Havia alguma proteção militar a essa embarcação?
15. O Estadão sabia que seu contratado ia entrar sem visto, ilegalmente, num país envolvido em combates, bombardeios e conflitos?
16. E porque não providenciou o visto?
17. Não deveria ter tomado essa providencia para garantir a segurança de seu empregado?
18. Qual o tipo de contrato firmado com ele?
19. Quem assinou o contrato pelo Estadão?
20. Existe contrato?
21. O que previa quanto às obrigações das partes quanto ao visto de entrada e o deslocamento?
22. E quanto à segurança do contratado?
23. Tinha seguro?
24. Foi o Estadão que o contratou?
25. Ou uma terceira parte esteve envolvida?
26. Quem o contratou é uma empresa ou organização privada ? Qual o seu nome?
27. Ou órgão governamental?
28. De que país?
29. Algum órgão ligado à inteligência militar ou ao serviço secreto de algum país estrangeiro esteve envolvido na contratação, transporte, proteção e pagamento de despesas de viagem do jornalista Andrei Netto?
30. O Estadão terá feito algum pagamento antecipado dessas despesas?
31. Por qual meio o pagamento foi remetido?
32. O Estadão pode apresentar comprovantes desses pagamentos?
33. O Estadão pretende dar algum tipo de indenização ao jornalista por tê-lo submetido aos riscos, inclusive periculosidade, ou apenas usá-lo em campanha publicitária como está parecendo que vai fazer?
34. Em caso negativo, o Estadão se considera de alguma forma, responsável pelo que aconteceu ao seu contratado?
35. E a FENAJ? Que acha de tudo isso?

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