terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Como as métricas do Facebook gerarão impacto no E-commerce


Métricas no Facebook já foram tema aqui no blog, quando um dos ganhadores do concurso cultural sugeriu métricas para mensuração da atividade nesta rede social seriam uma ótima pedida para a rede.
No mesmo post, abordamos as primeiras métricas oferecidas pelo Facebook para os donos de páginas.
Durante o “Facebook F8 developers conference“, Mark Zuckenberg deixou bem claro que o Facebook pretende se tornar o foco quando se trata de personalização social para tudo que acontece no meio on-line. As novidades lançadas na conferência prometem causar impacto também no mundo do e-commerce. Um exemplo que ajuda a entender esse suposto impacto é o sucesso e integração do botão mais famoso do Facebook, o “like/curtir”, que teve alta penetração em todos os segmentos na Internet.
O famoso botão foi aderido por mais de 50.000 websites até o momento e uma das novidade trazidas por Zuckenberg na conferência dizia respeito a abertura de uma ferramenta intitulada “Open Graph”, com o poder de oferecer aos administradores uma lista de todos os assuntos/posts/mensagens que ele(a) curtiu pela web.
Imagine então que grande parte das empresas tenha acesso a essa nova ferramenta, e que a utilização do conteúdo interessante para cada usuário seja feita por meio de personalização de conteúdo. É isso mesmo, os resultados dariam abertura a diversos ramos, permitindo uma comunicação super pessoal e dirigida. Que poder, hein?

E qual a influência que tudo isso pode causar para o e-commerce?

Veja os 5 possíveis efeitos que as métricas do Facebook podem gerar para o e-commerce de acordo com o site Mashable:
1 – O Amazon não será mais a única loja on-line com uma personalização sofisticada
Considerando que qualquer um poderá ter acesso ao Open Graph do Facebook, as preciosas informações obtidas nessas métricas podem ser aplicadas para personalizar lojas on-line. Os dados como compras anteriores e “curtir” determinado produto serão fortes aliados para as lojas. Muitas lojas já especulam a colocação dos produtos mais “curtidos” (Featured Produtcs) na homepage de seus sites.
2 – O Facebook gerará mais tráfego para as lojas online que o Google
Com uma integração mais refinada do Facebook, e a adição da rede no sistema de lojas, o Google poderá ser passado para trás.
Um exemplo de integração que está para acontecer é o login via loja, ou seja, quando você entra em determinado website de loja logrado em seu perfil no Facebook, o site terá o poder de fazer publicações a respeito da sua interação e compras. Postar compras no mural do usuário e confirmar pedidos seriam dois exemplos do que poderia acontecer futuramente.
Em pesquisa realizada pela Nielsen, foi confirmado que 90% das pessoas confia em recomendações de amigos, portanto o botão “like/curtir” seria uma forma perfeita de recomendar um produto.
3 – O Google adotará o protocolo Open Graph do Facebook
Não é difícil prever que, com o resultado positivo da liberação do Open Graph, “concorrentes” como Google e MySpace terão que aderir, ou melhor, aproveitar as facilidades e informações que as métricas trarão.
No caso do Google, é bastante provável que a ajudinha das métricas entre em conjunto com a busca. Dentre as possíveis opção dadas pelo site Mashable está inserida por exemplo, a busca personalizada(o Google resgataria informações que você “curtiu” para realizar uma busca única e mais pessoal).
4 – A utilização dos créditos do Facebook de forma mais ampla
Os créditos do Facebook servem hoje para a compra de pequenos produtos no meio on-line, não há matéria física. Mas, e se esses créditos pudessem ser utilizados como a plataforma Paypal? Os concorrentes que se cuidem!
Um dos principais benefícios da utilização do PayPal por exemplo, é a não necessidade de dividir as informações do seu cartão de crédito mundo afora. Pagamentos via uma só conta, alinhada ao seu perfil na rede parece uma idéia promissora…
5 – Recomendações ganharão força
Imagine-se visualizando determinado produto na Internet com boas recomendações (tudo bem, faz peso). Mas e se houver uma recomendação de compra de um amigo seu? Pois é, todos tendem a confiar melhor em qualquer recomendação feita por um real amigo. Portanto, as recomendações ligadas ao perfil do Facebook e por conseqüência aos seus amigos, terão mais peso do que recomendações gerais feitas por desconhecidos. Sem dúvidas, essa é mais uma boa notícia para o e-commerce quando se diz respeito a abertura das novas informações do Facebook.

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