quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Web ultrapassa jornal, revista e rádio como fonte ...

A internet foi um dos principais meios usados pelos eleitores brasileiros para se informar sobre política durante a campanha eleitoral deste ano. De acordo com uma pesquisa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a web, citada por 9,9% dos respondentes, perdeu apenas para TV (56,6%) e conversa com amigos e parentes (18,4%).

O jornal impresso aparece em quarto lugar, com 6,4%, rádio (4,2%), revista (0,7%), cartazes em pontos de ônibus (0,6%) e totens digitais nos aeroportos (0,3%).

Com a campanha regulamentada na internet, o movimento na web foi intenso e coordenadores das campanhas digitais reconheceram o papel da internet nos resultados. O jornalista Caio Tulio Costa, que dirigiu a campanha online da senadora Marina Silva (PV), então candidata à presidência da República, chegou a afirmar que a web foi responsável pelo segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).

Segundo turno muda de figura


Para o segundo turno, 44,2% dos eleitores responderam que já estavam decididos sobre seus candidatos. Apenas 18,8% usaram os debates na TV e rádio para ajudar na decisão do voto; 15,5% os programas dos candidatos na TV; 6,2% opinião de amigos, colegas de trabalho e parentes; 4,4% programa dos candidatos no rádio; 3% noticiário de emissoras de televisão e rádio; 1,7% leitura de jornais e revistas; 1,7% internet; e 1% comentário de jornalistas/comentaristas, articulistas.

TV


A TV, que aparece em primeiro lugar, os entrevistados destacaram a Globo como a mais assistida, com 79,6%, seguida pela Record (60,4%), SBT (37,8%), Bandeirantes (25,6%), Rede Vida (12,3%), TV Cultura (10,4%), Gazeta (8,2%) e TV Educativa(7%).

A pesquisa do TSE
foi realizada com duas mil pessoas em 24 Estados nas cinco regiões do País, entre os dias 3 e 7/11. A margem de erro de 2,2% para mais ou para menos.

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